domingo, 23 de setembro de 2012

Jorge debruça sobre o corpo chora feito criança. Algo deu errado. Aline ri depois de alguns copos, ela dança e ninguém sabe ao certo o que acontece em sua vida no decorrer dos dias. Lia tem problemas em casa. Ela tenta ser divertida. Felipe gosta de carnaval mas odeia o calor do Rio. Ele quer voar. Fernando não é apaixonado pelo namorado, mas tudo bem. Cris não se desespera. Juliana pinta os cabelos de azul e é uma adulta que nunca cresce. Alex sofre por amor todos os dias, por escolha própria. Ana esquece aonde vai e caminha pela praia, os pés na areia. O amor não é suficiente E ninguém sabe ao certo se há um pote de ouro no fim do arco-íris.

domingo, 29 de julho de 2012

Ir embora, muitas vezes, requer muito mais coragem do que ficar.

domingo, 8 de abril de 2012

Aprendi a ser cínica
Rir sem querer, rir sem poder.
Rir pra minimizar situações e rir só por rir mesmo.
Aprendi a rir até com medo
Essas coisas a gente aprende, meu caro.
Essas coisas a gente tem que aprender.

Vamos falar de solidão

Desculpa minhas falhas, mas eu tô precisando de paz
Desculpa meus medos, meus choros nas conversas sérias
Me desculpa, amor
Mas na verdade eu preciso de algo mais
Eu sou mesmo muito exigente, muito complexa
Não posso ser assim tratada
Como um ponto de interrogação
Como uma falha no pensamento, como uma coincidência à toa
Não posso viver assim
Porque eu sou feita toda de paixão.
Eu queria mesmo é ser essa poesia rabiscada nas tuas costas
Viver nessas músicas que a gente adora
Eu tô mesmo procurando meu caminho, que pode ser também o seu
E descobrir qual é meu lugar por aqui.
Que saudade de você, amor.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Ultimamente tenho sentido tanta coisa que acho que nem sinto nada em especial. Não sinto nada em relação a você e nada em relação a vida. É uma fase. Ou é um estranho estado de espírito.
Mas eu espero me empolgar porque, na verdade, estou só tentando ser uma pessoa melhor.
Assim como você.
Eu espero me animar, porque na verdade eu não tenho muito a perder.
Só quero chegar em casa e poder tomar, em paz, meu chá de camomila em frente a tv.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Brasília, Macapá e Natal não são os mesmos depois de você.
João Pessoa, Belém e Porto Alegre também.
As vezes São Paulo não me parece o mesmo e Rio não está tão bem.

Todos esses tem um tom diferente,
Ou sou só eu, eu que não sou a mesma depois de você.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Então acabou 2011. Tanta coisa boa aconteceu e eu me sinto maior, com mais força. Tanta gente entrou na minha vida, alguns laços se intensificaram e outras pessoas se foram sem nem dizer adeus. À todos vocês, o meu agradecimento. À Deus, minha maior força, o cara que responde as minhas orações, me deu e me dá as melhores oportunidades e minimiza meus medos: obrigada.
 Família, amigos, conhecidos. Bons e maus voos. Dias de sol e tempestades (que muitas vezes pareceram infinitas) ... obrigada por construírem um ano tão bom.
Agora eu renovo minhas esperanças, minhas expectativas e minhas forças pra esperar 2012. Que seja ainda melhor. Paz, saúde, muito trabalho. Mais sorrisos. Vida!

Bem-vindo, 2012.

domingo, 18 de dezembro de 2011

They don't love you like I love you.

Eu espero que um dia a gente consiga ser mais do que essa simples barreira de tempo e espaço.
Mais do que esse misto de vazio e saudade que nos confronta no fim do dia.
Mais do que essas frases soltas, todas essas que vêm dos corações simples...
Que as vontades se materializem nos corpos,
Que as horas se arrastem por nós,
Que a vida nos permita mais.

Você sabe, nós dois precisamos disso.
Eu sei, nós dois precisamos de amor.

domingo, 27 de novembro de 2011

Não há nada que me conforte e eu não lido bem com a solidão. Acabo abrindo o jogo e a vida, pra quem não deveria, pra quem nem conhece bem. Procuro amor na falta dele. Me sinto jogada e sem vontade. Me cobro todo o tempo, buscando sentido pra isso tudo. Na verdade, eu nem combino com esse tom cinza que a vida me dá. Na verdade, eu nem combino com essa tristeza toda.

sábado, 12 de novembro de 2011

Estamos todos carentes de amor. Amor mesmo. Amor sem promiscuidade, amor sem interesses, amor por amor. Amor de se abdicar, de liberdade, de entrega.
Estamos todos perdidos, sem limites, sem graça. Perdemos a noção de certo e errado e agora: tudo pode.
E não adianta botar aquela minissaia, pegar todo mundo na sexta a noite e dizer pra mim que se sente preenchido. Não adianta ter todo dinheiro do mundo, todo o luxo. Não adianta. Isso não preenche.
Porque no final da noite você deita sozinho na sua cama e sente o vazio te engolir de dentro pra fora.
A humanidade precisa de amor. Amor de verdade.
 Amor desses que não se vê mais por aí.