quinta-feira, 30 de julho de 2009

sob um leve desespero.



Naquele dia, subiu as escadas sem olhar pra trás.
Havia uma certa urgência no tom de voz; e sua adrenalina estava a mil.
Levou alguns segundos pra se reencontrar e recuperar o fôlego ... Era como se dissesse a ela mesma pra destruir tudo ; como se olhasse um bebê e o condenasse a tantos anos de vida no momento em que ele nasceu . Era como o fim de um abraço de despedida ; um adeus prematuro.
Sabia qe era certo colocar as cartas na mesa, deishar as coisas as claras , mas definitivamente não era o qe ela qeria ...
Definitivamente, essa musica não se dança sozinho.

Um comentário:

Fabiane disse...

Eu estou para saber, sem metáforas, o que causou esse leve desespero...