sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Distância confortável

O andar já pesava.
Último dia da semana, última hora do dia
Esgota forças e reflexos
O cabelo já não está arrumado , as olheiras denunciam as noites de sono que perdeu
As horas que acordada , não recupera mais.
Não se concentra no livro
Não vê tantas horas passarem , escorrerem.
As palavras brincaram na boca , engolidas e logo cuspidas
Atrás do sorriso , o sarcasmo e desconfiança com o qual se acostumou.
Fugir, fingir , esquecer, descer
Mais nicotina ...
Entra nos pulmões , chega às veias
Café
Quiz odiar.
Notar todas a realidades , mesmo de manhã
Quando ele ja tiver ido embora
A fotografia que se desprendeu , a aliança na caixinha
Fez lembrar que um dia foi realidade , o que sempre julgou utopia .

2 comentários:

Fabiane disse...

rsrs pois é... e agora? O que fazer?

Ê muié que gosta de postar, heim!

Stella disse...

huashuahsuas... amo essa palavra: utopia! Devaneio tb! rsrss
Não tinha mt oq comentar... Gosto muitos dos seus textos, mas nunk sei oq falar!