sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Eu não sei dizer te amo

O sol vai nascendo preguiçoso e se mostrando lentamente pela fresta da janela. Sua pele fica ainda mais clara pela manhã, e no seu rosto há uma paz incomum. Eu gosto disso.
Puxei o endredon e você veio junto. Esticou o braço por cima do meu corpo, abriu os olhos em slow, me fitou sério. Depois sorriu.
Eu tenho certeza de sentir a mesma paz que você.
Me aninho no seu peito, sinto o seu cheiro. Meu cabelo emaranhado na tua pele, tua camisa em mim, nosso amor.
Me esqueci de lembrar a ultima vez que me senti assim tão feliz.

 




Minha visão começa embaralhar, meus olhos vão fechando.
Estou em uma cruel dúvida: Não faço ideia se estou prestes a voltar a dormir.
Ou se estou (infelizmente) acordando.

3 comentários:

Ivan Kolberg disse...

A expectativa é sempre atingida quando vejo que tem um novo texto seu e venho aqui ler. Continue!

Ella disse...

Esse seu texto - acredite, se quiser - traduz tb o momento em que estou vivendo. Simplesmente me transportei.

Felicidade Clandestina. disse...

e o cheiro é de amor (L) Lindo o post