sábado, 12 de novembro de 2011

Estamos todos carentes de amor. Amor mesmo. Amor sem promiscuidade, amor sem interesses, amor por amor. Amor de se abdicar, de liberdade, de entrega.
Estamos todos perdidos, sem limites, sem graça. Perdemos a noção de certo e errado e agora: tudo pode.
E não adianta botar aquela minissaia, pegar todo mundo na sexta a noite e dizer pra mim que se sente preenchido. Não adianta ter todo dinheiro do mundo, todo o luxo. Não adianta. Isso não preenche.
Porque no final da noite você deita sozinho na sua cama e sente o vazio te engolir de dentro pra fora.
A humanidade precisa de amor. Amor de verdade.
 Amor desses que não se vê mais por aí.

2 comentários:

Mauro Sanches disse...

Pelo menos nisso, a gente concorda.

yuri jones. disse...

Quem diz se contradiz